MISSAS: MAIO DE 2012

CALENDÁRIO DAS MISSAS

Paróquia Nossa Senhora do Rosário

SANTARENZINHO

 

MÊS DE MAIO 2012

DATA 

HORÁRIO 

COMUNIDADE 

CELEBRANTE 

05/05/2012

19hs e 30min

Nossa Senhora do Amparo

Pe. Henrique

05/05/2012

19hs e 30min

Nossa Senhora de Guadalupe 

Pe. Elísio

06/05/2012

07hs e 30min

Santo Antônio

Pe. Henrique

06/05/2012

18hs 

Nossa Senhora do Rosário

Pe. Elísio

06/05/2012

19hs

Nossa Senhora da Glória 

Pe. Henrique

06/05/2012 

19hs e 30min

São José

Pe. Elísio 

12/05/2012

18hs e 30min

Santo Expedito 

Pe. Elísio

12/05/2012

19hs e 30min 

São Cristóvão 

Pe. Henrique

13/05/2012

08hs

Cristo Rei

Pe. Elísio

13/05/2012

08hs

São Sebastião 

Pe. Henrique

13/05/2012

18hs

Nossa Senhora do Rosário

Pe. Henrique

13/05/2012

18hs

Bom Pastor

Pe. Elísio

19/05/2012

19hs e 30min

Nossa Senhora do Amparo

Pe. Elísio

19/05/2012

19hs e 30min

Nossa Senhora de Guadalupe

Pe. Henrique 

20/05/2012

07hs e 30min

Santo Antônio

Pe. Elísio

20/05/2012

18hs

Nossa Senhora do Rosário

Pe. Henrique

20/05/2012

19hs

Nossa Senhora da Glória

Pe. Elísio

20/05/2012

19hs e 30min

São José 

Pe. Henrique 

26/05/2012

18hs e 30min

Santo Expedito 

Pe. Henrique

26/05/2012

19hs e 30min 

São Cristóvão 

Pe. Elísio

27/05/2012

08hs

São Sebastião

Pe. Elísio

27/05/2012

08hs 

Cristo Rei 

Pe. Henrique

27/05/2012

18hs

Nossa Senhora do Rosário

Pe. Elísio

27/05/2012

18hs

Bom Pastor

Pe. Henrique

    

 

OBS:

 

  1. Toda quarta-feira às 19hs e 30min, missa ou celebração na com. Bom Pastor.
  2. Toda quinta-feira às 19hs e 30min, missa ou celebração na com. Santo Antônio.
  3. Todo quinto sábado, 19hs e 30min, missa da Legião de Maria, na com. São José.
  4. Primeira sexta-feira às 19hs e 30min, missa do Apostolado da Oração, na com. Guadalupe.
  5. Dia 30/05/2012: Reunião do Conselho Paroquial:Centro de Formação às 19hs e 30min.
  6. ESTUDO PASTORAL DO DÍZIMO: 19/05/2012 (14hs 30 – 18hs) – C. DE FORMAÇÃO
  7. CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O MATRIMÓNIO: 05/05/2012 (14hs30 – 18hs) – 06/05/2012 (08hs – Almoço comunitário) – CENTRO DE FORMAÇÃO
  8. PREPARAÇÃO PARA A VIGÍLIA DE PENTECOSTES: 20/05/2012 – 18hs – 21hs CENTRO DE FORMAÇÃO

 

 

 

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Ordenação Sacerdotal: CID

ORDENAÇÃO SACERDOTAL

de

ODENILSON GODINHO GUIMARAES (Cid)


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Campanha da Fraternidade de 2013: “Fraternidade e juventude”

CNBB lança concurso para música do hino da CF 2013

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está lançando o concurso para a música do Hino da Campanha da Fraternidade de 2013. A letra já foi escolhida a partir de concurso próprio e as composições para a música devem ser enviadas à CNBB até dia 25 de março de 2012.

A Campanha da Fraternidade de 2013 tem como tema “Fraternidade e juventude”, e lema: “Eis-me aqui, envia-me!” (Cf. Eclo, 38,8)

“Refletir sobre a realidade das juventudes no contexto da atual cultura midiática, para compreender seu impacto na vida dos jovens à luz do evangelho, acolhendo-os como sujeitos e, com eles, construir relações e estruturas que promovam a Vida”, é o objetivo geral da Campanha da Fraternidade de 2013.

“A CNBB agradece a todos os que participaram do concurso da letra e solicita a colaboração dos compositores para a criação de uma música fluente e bela para o hino da CF 2013, contribuindo no trabalho de evangelização da juventude”, afirmou o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.

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Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2012

Educar os jovens para a justiça e a paz

1. O início de um novo ano, dom de Deus à humanidade, induz-me a desejar a todos, com grande confiança e estima, de modo especial que este tempo, que se abre diante de nós, fique marcado concretamente pela justiça e a paz.

Com que atitude devemos olhar para o novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor «mais do que a sentinela pela aurora” (v. 6), aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia, salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações. Convido-vos a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante. É verdade que, no ano que termina, cresceu o sentido de frustração por causa da crise que aflige a sociedade, o mundo do trabalho e a economia; uma crise cujas raízes são primariamente culturais e antropológicas. Quase parece que um manto de escuridão teria descido sobre o nosso tempo, impedindo de ver com clareza a luz do dia.

Mas, nesta escuridão, o coração do homem não cessa de aguardar pela aurora de que fala o salmista. Esta expectativa mostra-se particularmente viva e visível nos jovens; e é por isso que o meu pensamento se volta para eles, considerando o contributo que podem e devem oferecer à sociedade. Queria, pois, revestir a Mensagem para o XLV Dia Mundial da Paz duma perspetiva educativa: “Educar os jovens para a justiça e a paz”, convencido de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo.

A minha Mensagem dirige-se também aos pais, às famílias, a todas as componentes educativas, formadoras, bem como aos responsáveis nos diversos âmbitos da vida religiosa, social, política, económica, cultural e mediática. Prestar atenção ao mundo juvenil, saber escutá-lo e valorizá-lo para a construção dum futuro de justiça e de paz não é só uma oportunidade mas um dever primário de toda a sociedade.

Trata-se de comunicar aos jovens o apreço pelo valor positivo da vida, suscitando neles o desejo de consumá-la ao serviço do Bem. Esta é uma tarefa, na qual todos nós estamos, pessoalmente, comprometidos.

As preocupações manifestadas por muitos jovens nestes últimos tempos, em várias regiões do mundo, exprimem o desejo de poder olhar para o futuro com fundada esperança. Na hora atual, muitos são os aspetos que os trazem apreensivos: o desejo de receber uma formação que os prepare de maneira mais profunda para enfrentar a realidade, a dificuldade de formar uma família e encontrar um emprego estável, a capacidade efetiva de intervir no mundo da política, da cultura e da economia contribuindo para a construção duma sociedade de rosto mais humano e solidário.

É importante que estes fermentos e o idealismo que encerram encontrem a devida atenção em todas as componentes da sociedade. A Igreja olha para os jovens com esperança, tem confiança neles e encoraja-os a procurarem a verdade, a defenderem o bem comum, a possuírem perspetivas abertas sobre o mundo e olhos capazes de ver “coisas novas” (Is 42, 9; 48, 6).

Os responsáveis da educação

2. A educação é a aventura mais fascinante e difícil da vida. Educar – na sua etimologia latina educere – significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa. Este processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem. Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar disposto a dar-se a si mesmo. Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de regras e informações; são necessárias testemunhas autênticas, ou seja, testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que vive, primeiro, o caminho que propõe.

E quais são os lugares onde amadurece uma verdadeira educação para a paz e a justiça? Antes de mais nada, a família, já que os pais são os primeiros educadores. A família é célula originária da sociedade. «É na família que os filhos aprendem os valores humanos e cristãos que permitem uma convivência construtiva e pacífica. É na família que aprendem a solidariedade entre as gerações, o respeito pelas regras, o perdão e o acolhimento do outro”.[1] Esta é a primeira escola, onde se educa para a justiça e a paz.

Vivemos num mundo em que a família e até a própria vida se veem constantemente ameaçadas e, não raro, destroçadas. Condições de trabalho frequentemente pouco compatíveis com as responsabilidades familiares, preocupações com o futuro, ritmos frenéticos de vida, emigração à procura dum adequado sustentamento se não mesmo da pura sobrevivência, acabam por tornar difícil a possibilidade de assegurar aos filhos um dos bens mais preciosos: a presença dos pais; uma presença, que permita compartilhar de forma cada vez mais profunda o caminho para se poder transmitir a experiência e as certezas adquiridas com os anos – o que só se torna viável com o tempo passado juntos. Queria aqui dizer aos pais para não desanimarem! Com o exemplo da sua vida, induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de quem surgem justiça e paz autênticas.

Quero dirigir-me também aos responsáveis das instituições com tarefas educativas: Velem, com grande sentido de responsabilidade, por que seja respeitada e valorizada em todas as circunstâncias a dignidade de cada pessoa. Tenham a peito que cada jovem possa descobrir a sua própria vocação, acompanhando-o para fazer frutificar os dons que o Senhor lhe concedeu. Assegurem às famílias que os seus filhos não terão um caminho formativo em contraste com a sua consciência e os seus princípios religiosos.

Possa cada ambiente educativo ser lugar de abertura ao transcendente e aos outros; lugar de diálogo, coesão e escuta, onde o jovem se sinta valorizado nas suas capacidades e riquezas interiores e aprenda a apreciar os irmãos. Possa ensinar a saborear a alegria que deriva de viver dia após dia a caridade e a compaixão para com o próximo e de participar ativamente na construção duma sociedade mais humana e fraterna.

Dirijo-me, depois, aos responsáveis políticos, pedindo-lhes que ajudem concretamente as famílias e as instituições educativas a exercerem o seu direito-dever de educar. Não deve jamais faltar um adequado apoio à maternidade e à paternidade. Atuem de modo que a ninguém seja negado o acesso à instrução e que as famílias possam escolher livremente as estruturas educativas consideradas mais idóneas para o bem dos seus filhos. Esforcem-se por favorecer a reunificação das famílias que estão separadas devido à necessidade de encontrar meios de subsistência. Proporcionem aos jovens uma imagem transparente da política, como verdadeiro serviço para o bem de todos.

Não posso deixar de fazer apelo ainda ao mundo dos media para que prestem a sua contribuição educativa. Na sociedade atual, os meios de comunicação de massa têm uma função particular: não só informam, mas também formam o espírito dos seus destinatários e, consequentemente, podem concorrer notavelmente para a educação dos jovens. É importante ter presente a ligação estreitíssima que existe entre educação e comunicação: de facto, a educação realiza-se por meio da comunicação, que influi positiva ou negativamente na formação da pessoa.

Também os jovens devem ter a coragem de começar, eles mesmos, a viver aquilo que pedem a quantos os rodeiam. Que tenham a força de fazer um uso bom e consciente da liberdade, pois cabe-lhes em tudo isto uma grande responsabilidade: são responsáveis pela sua própria educação e formação para a justiça e a paz.

Educar para a verdade e a liberdade

3. Santo Agostinho perguntava-se: “Quid enim fortius desiderat anima quam veritatem – que deseja o homem mais intensamente do que a verdade?”.[2] O rosto humano duma sociedade depende muito da contribuição da educação para manter viva esta questão inevitável. De facto, a educação diz respeito à formação integral da pessoa, incluindo a dimensão moral e espiritual do seu ser, tendo em vista o seu fim último e o bem da sociedade a que pertence. Por isso, a fim de educar para a verdade, é preciso antes de mais nada saber que é a pessoa humana, conhecer a sua natureza. Olhando a realidade que o rodeava, o salmista pôs-se a pensar: “Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a lua e as estrelas que Vós criastes: que é o homem para Vos lembrardes dele, o filho do homem para com ele Vos preocupardes?” (Sal 8, 4-5). Esta é a pergunta fundamental que nos devemos colocar: Que é o homem? O homem é um ser que traz no coração uma sede de infinito, uma sede de verdade – não uma verdade parcial, mas capaz de explicar o sentido da vida –, porque foi criado à imagem e semelhança de Deus. Assim, o facto de reconhecer com gratidão a vida como dom inestimável leva a descobrir a dignidade profunda e a inviolabilidade própria de cada pessoa. Por isso, a primeira educação consiste em aprender a reconhecer no homem a imagem do Criador e, consequentemente, a ter um profundo respeito por cada ser humano e ajudar os outros a realizarem uma vida conforme a esta sublime dignidade. É preciso não esquecer jamais que “o autêntico desenvolvimento do homem diz respeito unitariamente à totalidade da pessoa em todas as suas dimensões”,[3] incluindo a transcendente, e que não se pode sacrificar a pessoa para alcançar um bem particular, seja ele económico ou social, individual ou coletivo.

Só na relação com Deus é que o homem compreende o significado da sua liberdade, sendo tarefa da educação formar para a liberdade autêntica. Esta não é a ausência de vínculos, nem o império do livre arbítrio; não é o absolutismo do eu. Quando o homem se crê um ser absoluto, que não depende de nada nem de ninguém e pode fazer tudo o que lhe apetece, acaba por contradizer a verdade do seu ser e perder a sua liberdade. De facto, o homem é precisamente o contrário: um ser relacional, que vive em relação com os outros e sobretudo com Deus. A liberdade autêntica não pode jamais ser alcançada, afastando-se d’Ele.

A liberdade é um valor precioso, mas delicado: pode ser mal entendida e usada mal. “Hoje um obstáculo particularmente insidioso à ação educativa é constituído pela presença maciça, na nossa sociedade e cultura, daquele relativismo que, nada reconhecendo como definitivo, deixa como última medida somente o próprio eu com os seus desejos e, sob a aparência da liberdade, torna-se para cada pessoa uma prisão, porque separa uns dos outros, reduzindo cada um a permanecer fechado dentro do próprio “eu”. Dentro de um horizonte relativista como este, não é possível, portanto, uma verdadeira educação: sem a luz da verdade, mais cedo ou mais tarde cada pessoa está, de facto, condenada a duvidar da bondade da sua própria vida e das relações que a constituem, da validez do seu compromisso para construir com os outros algo em comum”.[4]

Por conseguinte o homem, para exercer a sua liberdade, deve superar o horizonte relativista e conhecer a verdade sobre si próprio e a verdade acerca do que é bem e do que é mal. No íntimo da consciência, o homem descobre uma lei que não se impôs a si mesmo, mas à qual deve obedecer e cuja voz o chama a amar e fazer o bem e a fugir do mal, a assumir a responsabilidade do bem cumprido e do mal praticado.[5] Por isso o exercício da liberdade está intimamente ligado com a lei moral natural, que tem caráter universal, exprime a dignidade de cada pessoa, coloca a base dos seus direitos e deveres fundamentais e, consequentemente, da convivência justa e pacífica entre as pessoas.

Assim o reto uso da liberdade é um ponto central na promoção da justiça e da paz, que exigem a cada um o respeito por si próprio e pelo outro, mesmo possuindo um modo de ser e viver distante do meu. Desta atitude derivam os elementos sem os quais paz e justiça permanecem palavras desprovidas de conteúdo: a confiança recíproca, a capacidade de encetar um diálogo construtivo, a possibilidade do perdão, que muitas vezes se quereria obter mas sente-se dificuldade em conceder, a caridade mútua, a compaixão para com os mais frágeis, e também a prontidão ao sacrifício.

Educar para a justiça

4. No nosso mundo, onde o valor da pessoa, da sua dignidade e dos seus direitos, não obstante as proclamações de intentos, está seriamente ameaçado pela tendência generalizada de recorrer exclusivamente aos critérios da utilidade, do lucro e do ter, é importante não separar das suas raízes transcendentes o conceito de justiça. De facto, a justiça não é uma simples convenção humana, pois o que é justo determina-se originariamente não pela lei positiva, mas pela identidade profunda do ser humano. É a visão integral do homem que impede de cair numa conceção contratualista da justiça e permite abrir também para ela o horizonte da solidariedade e do amor.[6]

Não podemos ignorar que certas correntes da cultura moderna, apoiadas em princípios económicos racionalistas e individualistas, alienaram das suas raízes transcendentes o conceito de justiça, separando-o da caridade e da solidariedade. Ora “a “cidade do homem” não se move apenas por relações feitas de direitos e de deveres, mas antes e sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e comunhão. A caridade manifesta sempre, mesmo nas relações humanas, o amor de Deus; dá valor teologal e salvífico a todo o empenho de justiça no mundo”.[7]

“Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados” (Mt 5, 6). Serão saciados, porque têm fome e sede de relações justas com Deus, consigo mesmo, com os seus irmãos e irmãs, com a criação inteira.

Educar para a paz

5. “A paz não é só ausência de guerra, nem se limita a assegurar o equilíbrio das forças adversas. A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade”.[8] A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada no amor.

A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser ativos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” – diz Jesus no sermão da montanha (Mt 5, 9).

A paz para todos nasce da justiça de cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respetivas competências e responsabilidades. De forma particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios e obrigue a caminhar contracorrente.

Levantar os olhos para Deus

6. Perante o árduo desafio de percorrer os caminhos da justiça e da paz, podemos ser tentados a interrogar-nos como o salmista: “Levanto os olhos para os montes, de onde me virá o auxílio?” (Sal 121, 1).

A todos, particularmente aos jovens, quero bradar: “Não são as ideologias que salvam o mundo, mas unicamente o voltar-se para o Deus vivo, que é o nosso criador, o garante da nossa liberdade, o garante do que é deveras bom e verdadeiro (…), o voltar-se sem reservas para Deus, que é a medida do que é justo e, ao mesmo tempo, é o amor eterno. E que mais nos poderia salvar senão o amor?”.[9] O amor rejubila com a verdade, é a força que torna capaz de comprometer-se pela verdade, pela justiça, pela paz, porque tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (cf. 1 Cor 13, 1-13).

Queridos jovens, vós sois um dom precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, não vos deixeis invadir pelo desânimo nem vos abandoneis a falsas soluções, que frequentemente se apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas. Não tenhais medo de vos empenhar, de enfrentar a fadiga e o sacrifício, de optar por caminhos que requerem fidelidade e constância, humildade e dedicação.

Vivei com confiança a vossa juventude e os anseios profundos que sentis de felicidade, verdade, beleza e amor verdadeiro. Vivei intensamente esta fase da vida, tão rica e cheia de entusiasmo.

Sabei que vós mesmos servis de exemplo e estímulo para os adultos, e tanto mais o sereis quanto mais vos esforçardes por superar as injustiças e a corrupção, quanto mais desejardes um futuro melhor e vos comprometerdes a construí-lo. Cientes das vossas potencialidades, nunca vos fecheis em vós próprios, mas trabalhai por um futuro mais luminoso para todos. Nunca vos sintais sozinhos! A Igreja confia em vós, acompanha-vos, encoraja-vos e deseja oferecer-vos o que tem de mais precioso: a possibilidade de levantar os olhos para Deus, de encontrar Jesus Cristo – Ele que é a justiça e a paz.

Oh vós todos, homens e mulheres, que tendes a peito a causa da paz! Esta não é um bem já alcançado mas uma meta, à qual todos e cada um deve aspirar. Olhemos, pois, o futuro com maior esperança, encorajemo-nos mutuamente ao longo do nosso caminho, trabalhemos para dar ao nosso mundo um rosto mais humano e fraterno e sintamo-nos unidos na responsabilidade que temos para com as jovens gerações, presentes e futuras, nomeadamente quanto à sua educação para se tornarem pacíficas e pacificadoras! Apoiado em tal certeza, envio-vos estas reflexões que se fazem apelo: Unamos as nossas forças espirituais, morais e materiais, a fim de “educar os jovens para a justiça e a paz”.

Vaticano, 8 de dezembro de 2011

Benedictus PP XVI

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BOAS FESTAS DE NATAL E ANO NOVO

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REGULAMENTO DO FESTIVAL DE MÚSICAS

Prezados amigos, Paz e Bem!

Como anunciado na última reunião do Conselho Diocesano de Pastoral em novembro, já estão abertas as inscrições para o Festival de Músicas Mensagens “Evangelizando e Cantando em Missão” desde o dia 1º de dezembro. Os candidatos podem se inscrever no Centro Diocesano de Pastoral, com Manuel Roberto e Antonio Gualberto. As inscrições vão até o dia 1º de março. Segue o Regulamento com todas as orientações necessárias.

Pedimos vossa colaboração em divulgar o Festival nas comunidades, haja vista, é uma atividade da Missão Diocesana de Evangelização. A PASCOM TEM ESSE GRANDE PAPEL!

Qualquer dúvida, entre em contato!

Um abraço fraterno e vamos realizar este evento com muita alegria e contamos com a participação dos talentos musicais da sua comunidade/ paróquia.

Ercio Santos – Pascom

MISSÃO DIOCESANA DE EVANGELIZAÇÃO

PROJETO: EVANGELIZANDO E CANTANDO EM MISSÃO

REGULAMENTO DO FESTIVAL DE MÚSICAS MENSAGENS INÉDITAS

01- DA REALIZAÇÃO

O Festival de Músicas Mensagens é uma realização da Diocese de Santarém tendo por finalidade, dentro do projeto da Missão Diocesana de Evangelização, resgatar os talentos perdidos e mostrar-lhes o quão importantes são no processo de evangelização na família, na comunidade, na sociedade e na Igreja.

02- DO OBJETIVO

Evangelizar, através da música, o povo cristão da Diocese de Santarém em casa, nos grupos e CEB’s, movimentos eclesiais, encontros e reuniões, degustando o sabor de falar do Reino de Deus e da pessoa de Jesus Cristo, com um renovado e atraente ardor missionário.

03- DAS INSCRIÇÕES:

03.1-           LOCAL E DATA

3.1.1-          Ficam convalidadas as inscrições realizadas no período de 1º de dezembro de 2011 a 1º de março de 2012, no Centro Diocesano de Pastoral, situado à Rua Floriano Peixoto, 634 – Altos – Bairro Centro – Santarém/PA. Fone (93) 3522-2705

03.2-           DAS COMPOSIÇÕES E MATERIAL DE INSCRIÇÃO

* Será exigido para inscrição da música:

a) A limitação de inscrição será de duas(02) músicas por autor;

b) Ficha de Inscrição devidamente preenchida fornecida pela Coordenação do evento;

c) 02 (duas) cópias digitadas e impressas, com o título da música, compositor e letra na íntegra;

d) Ao efetuar inscrição, o concorrente deverá assinalar sua opção pela utilização ou não da Banda Base do Festival;

e) Caso opte pela utilização da Banda Base, o candidato deverá enviar, juntamente com o material de inscrição, a cifragem da letra da música. Tal opção é irreversível, por conseguinte, não poderá o classificado que na inscrição não optou pela utilização Banda Base, exigi-la posteriormente;

f) 01(uma) cópia do CD (contendo a música em formato mp3), no CD escreva o nome da música e autor. A gravação é fundamental que seja audível;

* A Comissão Organizadora não se responsabiliza por qualquer defeito no material enviado ou na legibilidade das informações prestadas;

* Será automaticamente desclassificada a composição cuja letra, melodia, ou ambas se caracterizar plágio.

* O material enviado não será devolvido sob qualquer hipótese.

03.3-           DO TERMO DE AUTORIZAÇÃO

* O simples ato da inscrição do concorrente importa, para todos os efeitos, em termo de autorização na gravação, publicação e execução da obra musical, bem como repassa, automaticamente, todos os direitos de uso de imagem do evento aos organizadores do Festival.

03.4-           DA ORIGINALIDADE E INEDITISMO

* Todas as músicas inscritas, deverão ser inéditas, não perdendo tal condições músicas que tenham sido gravadas, sem fins comerciais. Também deverá ser mantida a originalidade, entendendo-se como tal a inexistência de plágio de composição já existente considerada tanto a parte musical quanto literária. O não ineditismo e a ausência de originalidade poderão ser apurados através da Comissão Avaliadora ou por denúncia de qualquer dos concorrentes sob forma escrita, através de termo próprio e no prazo máximo de 48 horas após a divulgação da lista dos classificados.

Obs. Não serão aceitas reclamações enviadas fora do prazo estabelecido. A comprovação das irregularidades acarretará na imediata desclassificação da ou das músicas

03.5-           DO VETO

* É vetada a participação dos membros da coordenação do evento, Comissão Organizadora e auxiliares como concorrentes em qualquer etapa do Festival.

04- DA SELEÇÃO

04.1-           DA QUANTIDADE

* Serão selecionadas 10 (dez) músicas para concorrerem, mediante apresentação no palco, em dia e horário preestabelecidos pela Organização do Evento.

04.2-           DA COMISSÃO JULGADORA

* A Comissão Organizadora do festival indicará, dentre especialistas de idoneidade e de expressão no cenário da música e da cultura, uma comissão de triagem para escolha dos trabalhos que estarão concorrendo ao festival, sendo suas decisões incontestáveis.

04.3-           DO CALENDÁRIO

04.4-           DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

* Cada jurado preencherá a ficha de avaliação, de acordo com o julgamento dos seguintes itens:

1. Música

2. Letra

3. Afinação

4. Ritmo

5. Interpretação

6. Harmonia

7. Arranjo

* Cada item avaliado receberá uma nota de 0 (zero) a 10 (dez) de cada jurado, com sua média aritmética como total. A nota definitiva do candidato será a soma de cada nota dos jurados dividida pelo número dos mesmos.

05- DA PREMIAÇÃO DAS MÚSICAS FINALISTAS

05.1 -  As músicas vencedoras do festival receberão premiações assim distribuídas:

1º lugar – Um teclado

2º lugar – Um violão

3º lugar – Um microssysten

Obs. Todos os compositores das músicas selecionadas para concorrer no festival receberão um certificado de participação.

06- DO JURI

06.1-           DA FORMAÇÃO

* O Corpo de Jurados será composto por 05 (cinco) membros, entre músicos e pessoas ligadas à arte e à cultura, visando a mais completa lisura do festival.

06.2-           DA COMPETÊNCIA

* É competência do Corpo de Jurados, a escolha das 10 (dez) composições finalistas e a classificação final dos candidatos, dentre os concorrentes, ficando as suas decisões definitivas e irrevogáveis.

07- DA APURAÇÃO

07.1 Cada jurado encaminhará sua planilha, devidamente assinada, à Comissão Organizadora contendo os resultados a serem divulgados.

08 DO ENSAIO E APRESENTAÇÕES

08.1            DO ENSAIO

* A Comissão organizadora fica responsável em encaminhar, com antecedência, à Banda Base do Festival uma cópia das 10 (dez) músicas classificadas, a fim de que a mesma tenha conhecimento dos trabalhos musicais a serem apresentados;

* Os intérpretes das músicas classificadas terão direito ao ensaio um dia antes da realização do festival, com a Banda Base do evento, caso se enquadrem na Letra (e) do item 3.2 deste Regulamento;

* Os intérpretes, se preferirem, poderão se apresentar com seu próprio acompanhamento musical;

08.2            DA FORMA DE APRESENTAÇÃO MUSICAL

* As músicas classificadas deverão ser apresentadas no palco da mesma forma que foram ensaiadas, sem perder a sua originalidade;

* Não será permitida, sob hipótese nenhuma ou alegação, a utilização de playback na apresentação das músicas.

08.3            DA ORDEM DE APRESENTAÇÃO

* A Comissão Organizadora indicará por sorteio a ordem das apresentações, devendo ser rigorosamente obedecidas as disposições deste regulamento, sob pena de imediata desclassificação da música concorrente.

* O sorteio da ordem de apresentação das músicas classificadas se dará momentos antes do ensaio, devendo os intérpretes e/ou autores estar presentes.

* Após a abertura do festival, os participantes deverão estar preparados para subirem ao palco, na ordem de apresentação já previamente estabelecida pela comissão organizadora sob pena de desclassificação.

08.4 DA DATA E HORA DE APRESENTAÇÃO

* A apresentação das 10 (dez) músicas classificadas será no dia 02 de Dezembro de 2012, às 21h, no palco do Elevado do Complexo Arquitetônico N. Sra. da Conceição (Praça da Matriz), por ocasião da Festa da Padroeira da Diocese de Santarém, obedecendo a ordem de apresentação feita por sorteio pela Comissão Organizadora.

09-  DA GRAVAÇÃO DO CD DO FESTIVAL

Após o Festival, as dez músicas selecionadas e mais seis escolhidas pelo corpo de jurados durante a triagem poderão ser gravadas em CD como lembrança material do evento e que irão ajudar na animação de encontros das comunidades, grupos e movimentos eclesiais.

Os autores das dezesseis (16) músicas selecionadas pela triagem assinarão a autorização para gravação de suas respectivas músicas no CD.

10-  DAS DISPOSIÇOES GERAIS

10.1-           DOS CASOS OMISSOS

* Todos os casos não previstos neste regulamento serão resolvidos diretamente pela Comissão Organizadora.

10.2-           DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

* A simples inscrição da música já pressupõe a aceitação e concordância em todos os termos do presente regulamento, valendo como contrato de adesão.

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GINCANA BÍBLICA: CENTRO DE FORMAÇÃO, 1/10/2011 – 14HS

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FESTA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

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PRIMEIRA MISSA DO PE. RIVANILDO

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O SENHOR ME CHAMOU, ME CONSAGROU E ENVIOU

Sou o Diácono Rivanildo Pedroso Costa. Com alegria quero convidar você e sua família para celebrar comigo no dia 17 de setembro de 2011, minha ordenação sacerdotal, em Aramanaí, Rio Tapajós.

Nasci em 1978, em Aramanaí – Belterra. Sou o sexto filho de um total de sete irmãos. Sou filho do seu Domingos e de Dona Maria Ítala.


Conheci os verbitas (como somos chamados os Missionários do Verbo Divino) em 1993, em Alter-do-chão, onde concluí o ensino fundamental e posteriormente o ensino médio.

Meu discernimento vocacional iniciou-se em 1997 na casa de formação dos Missionários do Verbo Divino, em Santarém. No ano seguinte comecei o curso de filosofia e três anos depois já estava no noviciado. Em 2002, iniciei os estudos teológicos.

No terceiro ano de teologia realizei uma experiência além fronteiras na Espanha. Um período de profundo amadurecimento missionário. No dia 25 de março de 2007, professei os votos perpétuos na Congregação dos Missionários do Verbo Divino. Nessa mesma data recebi a ordem do diaconato. Há uma semana do meu diaconato e profissão perpétua, minha querida e sempre amada mãe, veio a falecer. Ao final do mesmo ano ausentei-me da vida comunitária e religiosa. Em julho de 2010 decidi continuar meu projeto missionário, reintegrando-me a comunidade verbita.

No dia 17 de setembro de 2011, estarei me ordenando presbítero. Sem dúvida que é um momento muito especial na vida da Igreja e em particular da nossa Congregação Verbita. E muito mais especial e importante para mim e minha família. Conto com você e suas orações, neste dia de festa e alegria.

Que o Verbo Divino, que é o próprio Jesus Cristo, vos abençoe e proteja!


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